O setor logístico segue em forte transformação, impulsionado por investimentos em infraestrutura, expansão do comércio eletrônico e crescente adoção de tecnologias de automação. No Brasil, o Mercado Livre reforça sua estratégia de crescimento no Rio Grande do Sul com novos centros de distribuição em Gravataí e Guaíba, ampliando a capacidade operacional e reduzindo os prazos de entrega na Região Sul. A Nuvemshop também fortalece sua rede logística com a inauguração de um novo centro de distribuição no Rio de Janeiro, enquanto as Casas Bahia amplia sua operação com um novo CD em Ribeirão Preto para melhorar o abastecimento das lojas e otimizar a distribuição regional. Em contrapartida, o GPA anunciou a desocupação de um centro de distribuição em São Paulo como parte de sua estratégia de reestruturação operacional e redução de custos. Em Mato Grosso, a Prefeitura de Várzea Grande investe na recuperação do Centro de Distribuição de Alimentos após um incêndio, garantindo a continuidade do abastecimento público. No cenário internacional, ataques na Rússia atingiram centros de distribuição ligados ao comércio eletrônico, evidenciando como conflitos geopolíticos impactam diretamente as cadeias globais de suprimentos. A Amazon ultrapassou a marca de US$ 3 trilhões em valor de mercado, refletindo a força da logística integrada como diferencial competitivo. Paralelamente, a utilização de robôs deixa de ser exclusividade das fábricas e passa a ganhar espaço em centros de distribuição, armazenagem e operações logísticas, indicando uma tendência crescente de automação para elevar produtividade, reduzir custos e aumentar a eficiência operacional.
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